Às vezes as pessoas confundem o "ter tudo que eu quero" com o "ter tudo que o dinheiro pode comprar".
Por isso eu sempre digo, dinheiro não compra felicidade, não compra saúde, dinheiro algumas vezes pode até te levar para conhecer novos lugares, fazer compras ou girar em torno do mundo, mas tudo passa e depois vem o vazio.
Há quem diga que ele trás felicidade, mas como sei, é passageira.
Então me diga, você já viu dinheiro realizar sonhos? Aquele sonhos que não dependem só de você, mesmo que você tenha todo dinheiro do mundo? Aqueles que você vai atrás, faz o impossível e depois de muitas tentativas você percebe que não é capaz? O dinheiro vai fazer você conseguir alcançá-lo de alguma forma?
Sempre me dizem que eu tenho tudo nas mãos e reclamo demais, mas não é bem assim, não é como as pessoas pensam, riqueza não é sinônimo de felicidade, mas há quem consiga ter os dois (e essas são consideradas pessoas de sorte) mas não eu, não consigo ser feliz assim, com bens materiais, com coisas passageiras, pois não tenho tudo que quero, apenas tenho o que o dinheiro pode comprar e dinheiro não compra sorrisos.
Autora: Rafaela Duarte
05/03/2017 às 01:15
sábado, 4 de março de 2017
quinta-feira, 2 de março de 2017
Mais amor do que meu coração possa suportar sozinho
Tenho em mim mais amor do que meu coração possa suportar sozinho, amor que precisa ser dividido com alguém, e não para ser guardado, amor esse que me tortura e quase chega a me matar. Deve ser essa a tal dor de um amor não correspondido, você ama intensamente, mas ama sozinha, calada, amargurada por nada poder fazer. Me diga uma dor que seja maior do que essa? Se é que tem!
Eu preferia mil vezes as dores físicas do que as dores da alma. Dores físicas curam quando as feridas se fecham, já as dores da alma, ah, essas não cicatrizam nunca, ou apenas quando o sopro da vida acabar.
Autora: Rafaela Duarte
Eu preferia mil vezes as dores físicas do que as dores da alma. Dores físicas curam quando as feridas se fecham, já as dores da alma, ah, essas não cicatrizam nunca, ou apenas quando o sopro da vida acabar.
Autora: Rafaela Duarte
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